
Poucos detalhes são conhecidos sobre o aparelho, e seu design poderá ser similar ao Samsung Instinct ou ao Omnia, segundo a reportagem. Preços também não foram divulgados

Ainda hoje, passados anos, são longas as discussões sobre um dos formatos preferidos dos designers e o pesadelo de profissionais de otimização. Até mesmo no último Google Search Marketing o tema esteve presente em muitas das perguntas dos participantes.Uma solução simples, ainda que limitada, é fazer dois sites: um em flash para os usuários e uma versão “amigável” para o robô. Mas convenhamos que isso não é uma solução, é, no máximo, um improviso. E mesmo resolvendo o problema da indexação, fica a impossibilidade de obter dados de acessos completos.
Os exemplos citados no vídeo postado pelo blog do Google Analytics (em inglês) explicam muito bem como funcionará a ferramenta:
Não é novidade que as duas empresas estão trabalhando em conjunto há alguns meses para trazer avanços na “leitura” de arquivos em flash, mas esta nova ferramenta é o primeiro resultado “paupável”. Mesmo com o anúncio de indexação feito em junho pelos engenheiros do Google, usar texto puro continua sendo a melhor estratégia para garantir um bom posicionamento do site em mecanismos de busca. Poder ver números reais de acessos a um arquivo em flash no Analytics vai não só ajudar a analisar dados de campanhas, mas também testar os avanços do Google quanto à tão discutida questão do flash.
Várias outras histórias envolvendo a gigante de Redmond e sua ânsia para dominar um mercado podem ser enumeradas. Uma delas é, pelo menos no
Brasil, o surgimento do mensageiro MSN que acabou com o então líder de mercado ICQ. Outra é a imposição de sua suíte Office que acabou por praticamente tirar do mercado o Wordperfect.
Em todos esses casos, a Microsoft, ao ver uma oportunidade de negócios, resolveu criar um produto concorrente. Com todo o dinheiro que tinha em caixa, conseguiu dominar vários mercados. De simples fabricante de um sistema operacional - o DOS - a Microsoft entrou em vários outros nichos e, com métodos muitas vezes duvidosos atropelou quem estava na frente.
Dito isso, chegamos à Google. Só nos últimos dias, várias coisas me fizeram pensar que talvez eles sejam a nova Microsoft. Lançaram o vídeo chat integrado ao Gtalk. Claro, uma evolução que faz sentido. Mas, não seria isso uma ameaça ao Skype? Além disso, para que o sistema de vídeo funcione dentro do browser, é necessário instalar um plugin com capacidade de exibição de conteúdo multimídia. Não seria isso uma ameaça ao Adobe Flash?
Vamos agora pensar no Google Docs. Ok, ameaça à Microsoft… Não… não… Olha que interessante. Na semana passada o Google Pack, aquele conjunto de softwares de terceiros que o mecanismo de busca recomenda você baixar e instalar teve um software retirado. Adivinhem? Sun StarOffice, ou seja, concorrente do Docs… Com o lançamento do navegador Chrome recentemente, será que o Firefox será substituído no Google Pack?
Bom, essas são algumas das observações recentes do comportamento da gigante de buscas. De formas diversas da Microsoft, a Google vai mostrando suas garras. Ambas tentam ao seu modo dominar o mundo. Só espero que lá em Montain View continuem seguindo o velho mantra “Don’t be Evil”, (Não é péssimo).


YouTube, o maior portal de vídeos da internet, disponibilizou hoje um ultra-mega-player (850×500) para a exibição de vídeos em formato HD, como é possível visualizar no exemplo acima. Outra novidade disponibilizada pelo site está uma sessão especial dedicada aos vídeos em formato HD, o que permite localizar e filtrar facilmente todos os vídeos disponíveis para exibição.
Você está pronto para adentrar ao mundo HD?
IPhone 3G e família. Tá, essa é a maior barbada desta lista. O celular da Apple doi lançado no Brasil com pompa, é caro até os tubos e restritos a um mercado de luxo (por enquanto). Mas, então, por que falamos do IPhone 3G aqui? Porque seu surgimento incentivou a concorrência a se mexer, com alguns ótimos exemplos de telefones com recursos que vão além do IPhone: Samsung Omnia, que reproduz dilmes em formatos que você baixa da web; HTC Diamond, um dos mais bonitos do ano; e o Nokia 5800 (esse ainda é uma incógnitas, mas, como é a "resposta" da Nokia ao IPhone, achamos que coisa boa vem por ai).
Amazon Kindle. A idéia de ler livros em telas eletrônica é antiga, só que desta vez a gigante do varejo online Amazon acertou. O Kindle vem numa elegante caisa que lembra um livro e é pequeno o suficiente para aparecer uma Bíblia. Apesar de o Kindle ter um celular integrado para baixar novos títulos, a Amazon foi esperta e permite que leitores de outros países comprem livros para o Kindle via internet.
Filmadoras Flps. Pequenas, baratas e movidas a pilha, as flips (http://www.theflip.com/) fazem vídeos básicos e simples para o YouTube e afins com um clique. Nem precisa instalar software no computador - basta usar o programa que vem nela para editar e enviar para a web.

E não é para menos: trata-se de uma caixinha com uma antena e portas para conexão a teclado, monitor, mouse e até mesmo à TV, sem HD. Ou seja, um equipamento apenas para navegação e uso de aplicativos online.
Segundo a fabricante do chip, uma empresa taiwanesa chamada Inventec já está desenvolvendo aparelhos comerciais baseados no protótipo, que devem chegar ao mercado em 2009. No Brasil, ainda não há previsão de lançamento.
Até que é uma idéia boa, especialmente para quem quer navegar na internet, mas não tem condições de ter um computador convencional. O que vocês acham?


Suas especificações não desapontam. O ThinkPad W700 tem os processadores Intel Core 2 Duo, Core 2 Extreme e Core 2 Quad Core Q1900, display principal de 17 polegadas (1.920x1200 pixels) backlight CCFL, placa NVIDIA Quadro Express, 4 GB de memória RAM, suporte Intel Turbo Memory de 4 GB, até 250 GB de HD e um disco SSD de 64 GB opcional.
Dependendo da configuração, o notebook poderá pesar de 3,83 kg a 4,96 kg. A IBM afirma que o ThinkPad W700 chegará às lojas ainda neste mês, mas provavelmente levará um bom tempo para chegar por aqui.
As buscas feitas no YouTube representam 25,4% de todas pesquisas feitas no Google lá nos Estados Unidos, segundo um levantamento divulgado pela comScore. Com esses números, a página de vídeos supera a ferramenta do Yahoo! e se torna o segundo maior site de buscas da web.
O YouTube gerou 2,73 bilhões de buscas no mês
de novembro nos Estados Unidos, porcentagem 8,5% superior do que o último mês. O número também é 114% maior do que o 1,28 bilhão de pesquisas feitas no mesmo período de 2007.
A parcela do Google no mercado de buscas (que não inclui o YouTube) chegou a 63,5% após subir 0,4% em outubro deste ano. A média de crescimento anual do gigante criado por Sergey Brin e Larry Page é de 5,9%. O Yahoo! segue um caminho contrário, já que sua parcela de 20,4% caiu 0,1% em outubro e desce aproximadamente 2% a cada 12 meses. A Microsoft fica em terceiro lugar, com 8,3%. A companhia perde 0,2% da fatia a cada mês e 1,5% todo ano.

Era uma vez o Netscape, um navegador incrível que conduzia viajantes destemidos pelos mares primordiais da web. Quem viveu aquela época jamais se esquecerá do enorme “N”, localizado no canto superior direito do programa, que era rodeado por cometas e estrelas à medida que se carregavam as páginas pela lenta internet discada. Para usá-lo, era necessário pagar, mas todo mundo fazia isso com gosto.
O software tornou-se obrigatório para quem quisesse desfrutar as maravilhas da rede mundial de computadores. E a Microsoft nem ligava. Mas um dia Bill Gates resolveu acordar. Alguém deve ter falado: “Essa tal de internet é muito importante, cara. Não podemos ficar de fora.” Foi então que criaram o Internet Explorer, que foi empurrado goela abaixo de quem instalasse o Windows – tudo na faixa.
Ali teve início a chamada guerra dos browsers. Como baixar um programa era um sacrifício naquela época (e de graça o pessoal topa até injeção na testa), a maioria dos usuários aceitou a oferta. Em pouco tempo, o Netscape morreu. A Microsoft foi acusada de monopólio pelo Departamento de Justiça, nos Estados Unidos, e teve de amargar anos de publicidade negativa até que firmou um acordo. O que Bill Gates ganhou com tudo isso? Nada.
E eis que agora, muitos anos depois, o Google resolveu exibir sua face Microsoft. Na semana passada, ao tirar o rótulo de “beta” do navegador Chrome, a empresa mais querida da internet deu um pontapé no Firefox. A suíte de aplicativos Google Pack passou a incluir o Chrome como opção oficial de navegador a ser instalado no PC junto com os outros programas. Por enquanto, isso ocorre no site em inglês do pacotaço. Mas logo deve migrar para os outros idiomas.
Como você pode ver na imagem acima, o Firefox aparece, mas o usuário só vai baixá-lo se selecionar a caixinha. Fica, então, a pergunta: por que não levar o internauta a fazer o download de um software com anos de estrada e muito mais recursos? Por que, na visão do Google, é preciso optar pelo Chrome? Acho que Bill Gates sabe a resposta.

O produto tem velocidade de 240 MBps e 200 MBps para leitura de dados e gravação, respectivamente. O SDD também virá com um sistema de criptografia para proteger os dados armazenados nele.
A companhia japonesa declarou que o dispositivo será direcionado para sistemas de alta performance, como computadores para gamers. O disco pode facilitar muito a vida de quem tem um notebook, principalmente pelo peso e tamanho bem reduzidos em relação a um HD comum.
A fabricante anunciou que o disco começará a ser produzido entre abril e junho do ano que vem, mas não divulgou seu preço, que provavelmente será salgado. A Toshiba também prevê que o produto atinja 10% do mercado de notebooks em 2010 e 25% em 2012.
Em 2008, o sucesso do iPhone gerou um forte movimento de contra-ataque de fabricantes desses portáteis, que apostaram na combinação tela sensível ao toque/acesso rápido à internet para conquistar o público.
O mercado também se voltou aos netbooks, computadores ultraportáteis adotados por muitos usuários como o segundo notebook. No ambiente corporativo, a notícia do ano foi a aposentadoria de Bill Gates, que deixou o dia-a-dia da Microsoft para se dedicar a uma fundação filantrópica criada com a mulher.
Teve também o uso da internet na campanha de Barack Obama, as bandas que emprestaram seus nomes aos videogames e uma seleção de itens insólitos comercializados no eBay. Confira abaixo uma lista com dez curiosidades que marcaram o ano.
Ataque ao iPhone
(Telefone do Google 'liderou' ataque ao iPhone)
A vez dos netbooks
(Aposta da Intel no mercado de 'netbooks'. )
Os computadores ultraportáteis se tornaram conhecidos principalmente por conta do XO, que faz parte de um programa de inclusão digital em países emergentes. Mas a idéia agradou e fabricantes passaram a produzir os “netbooks”, nome dado para computadores portáteis com dimensões reduzidas e acesso à internet.
Entre as muitas opções, estão modelos da Asus, da Intel, da HP e da Positivo Informática. Ao lançar seu ultraportátil Mobo, essa fabricante brasileira informou que a máquina tinha como público-alvo as classes A e B, que viam a máquina como um “segundo notebook”.
Aposentadoria de Bill Gates
(Anúncio juntou Jerry Seinfeld e Bill Gates.)
No final de junho, Bill Gates cumpriu o prometido e se afastou do dia-a-dia da Microsoft para se dedicar à fundação filantrópica criada com sua mulher, Melinda. A liderança da gigante de software ficou então com o diretor-executivo Steve Ballmer, um "showman" que entrou na empresa em 1980. Ballmer foi o primeiro gerente de negócios contratado por Gates.
Meses depois de oficializar a “aposentadoria”, Gates apareceu em uma propaganda da Microsoft ao lado do comediante Jerry Seinfeld. Prova de que o executivo continua sendo a “cara” da empresa da qual se tornou sinônimo.
Obama na web
Durante a campanha presidencial nos Estados Unidos, Barack Obama usou a internet como ferramenta para se comunicar com os eleitores e angariar votos - alguns especialistas acreditam, inclusive, que essa estratégia tenha contribuído para sua vitória. O candidato, que durante as eleições contou “o que estava fazendo” para seus seguidores no Twitter (hoje são 149,9 mil deles), já postou sua mensagem semanal de rádio no YouTube.
David Almacy, ex-diretor de serviços de internet da Casa Branca, considera a web "uma poderosa ferramenta" para o presidente americano. E, para o ex-presidente da Disney Michael Eisner, o universo virtual foi essencial para a vitória de Obama: "ele chegou onde chegou pelo uso que fez de internet."
Megafone
Muitas pessoas que se deram mal em relacionamentos amorosos viram na internet uma forma para se vingar de seus ex-parceiros. O ano foi cheio de histórias apimentadas, em que homens e mulheres - principalmente as mulheres -- usaram a internet como um megafone para expor defeitos ridicularizar seus companheiros.
(Tricia Walsh-Smith contou detalhes da vida do casal e falou mal da família do ex.)
A ex-atriz Tricia Walsh-Smith, por exemplo, fez um vídeo caseiro publicado no YouTube, em que contava os detalhes da vida financeira e sexual com o ex-marido.
O fundador da Wikipedia, por sua vez, usou a enciclopédia virtual para comunicar à ex o fim do relacionamento. Ela reagiu, vendendo roupas dele no eBay. E teve também a australiana que colocou no site de comércio eletrônico uma calcinha (grande) da amante dele.
Matou na web
Uma japonesa foi presa em outubro sob acusação de “matar” virtualmente um homem com quem se relacionava na web. Ela alega que, depois de se separarem, ficou com raiva e apagou o avatar (personagem) do homem de 33 anos. A "assassina virtual", uma professora de piano de 43 anos, foi detida na cidade de Sapporo, acusada de acessar de forma fraudulenta a conta da vítima no jogo on-line.
Sem fronteiras
Em 2008, algumas pessoas que se tornaram celebridade por conta da internet conseguiram fazer sucesso também fora dela. No Brasil, um exemplo desse movimento é a cantora Mallu Magalhães, que deixou de ser conhecida somente entre os descolados e os usuários do MySpace. No mesmo caminho está Stephanie Toth, que assim como a outra cantora tem apenas 16 anos. Já a atriz Clarice Falcão, do vídeo que ganhou no ano passado um concurso de curtas no YouTube, estreou em horário nobre, na novela “A Favorita”.
Microblog
(Twitter, estrela do fenômeno do microblogging.)
Apesar de ainda não ter a popularidade de outras redes sociais, o Twitter liderou o crescimento dessa categoria nos Estados Unidos. A alta foi registrada entre setembro de 2007 e de 2008, segundo pesquisa da Nielsen Online. Em setembro, 2,3 milhões de internautas locais contribuíram para um crescimento de 343% do serviço de microblog, considerando a quantidade de visitantes únicos.
No Brasil, o Ibope//Netratings estima que a quantidade de internautas residenciais fique em torno de 140 mil pessoas, ou menos de 1% do grupo. O pico no país foi registrado em setembro, quando o site superou a barreira de 1 milhão de visitantes via internet doméstica. Mas, segundo o instituto de pesquisa, isso aconteceu por conta de spams distribuídos via Orkut para a propagação de vírus - em novembro, 85% dos brasileiros que visitaram o Twitter chegaram até o site via Orkut.
Criado pelos designers coreanos Hyun-Joong Kim & Kwang-Seok Jeong, o SIG teria um painel solar orgânico e barato, desenvolvido com a ajuda da nanotecnologia. Assim, o acessório seria leve, com um preço baixo e forneceria energia de maneira eficiente. O Techguru só acha que o
óculos poderia ser um pouco mais bonito.
escritas e divulgadas, tudo como o leitor quer.O site funciona assim: você, leitor, pode sugerir um assunto que queira ver publicado ou votar em outro que já foi sugerido. Se algum jornalista se candidatar a escrever sobre ele, o assunto vai a 'financiamento' e tem um preço sugerido pelo repórter, de acordo com as necessidades da matéria.
Assim que as doações atingirem a meta, o jornalista recebe o dinheiro e tem um prazo para escrever o artigo, que logo depois é publicado no site e tem licença livre. Se uma empresa jornalística quiser financiar a pauta, o leitor recebe o dinheiro de volta.
Por e-mail, Cohn contou que a idéia surgiu quando ele estudava o financiamento de propostas por meio de pequenos pagamentos. "Vi que valeria a pena tentar. E tudo está dando muito certo, as pessoas estão sabendo usar a ferramenta."
Para Cohn, a melhor coisa de trabalhar desta maneira, sendo jornalista, é que o repórter tem uma pressão a mais para escrever a matéria. "Como jornalista, a última pessoa que você quer decepcionar é o cidadão, leitor, que está tão envolvido com o tema que doou US$ 10 [cerca de R$ 23,4] para o seu trabalho."
Os planos de Cohn e de sua equipe são expandir a proposta para outras regiões do país, além de São Francisco, e até internacionalmente.
pelo Microsoft Download Center (links abaixo), Windows Update/Microsoft Update e pelo WSUS (Windows Server Update Services). Ou pelo Gedanke.
Atualização de segurançaInternet Explorer 6:
Atualização de segurança para o Internet Explorer 6 SP1
Atualização de segurança para Windows XP
Atualização de segurança para Windows XP x64 Edition
Atualização de segurança para Windows Server 2003
Atualização de segurança para Windows Server 2003 x64 Edition
Atualização de segurança para Windows Server 2003 x64 Itanium
Internet Explorer 7:
Atualização de segurança para Windows XP
Atualização de segurança para Windows XP x64 Edition
Atualização de segurança para Windows Server 2003
Atualização de segurança para Windows Server 2003 x64
Atualização de segurança para Windows Server 2003 IA64
Atualização de segurança para Windows Vista
Atualização de segurança para Windows Vista x64 Edition
Atualização de segurança para Windows Server 2008
Atualização de segurança para Windows Server 2008 x64 Edition
Atualização de segurança para Windows Server 2008 IA64

Flash:
O terceiro smartphone touchscreen, chamado Inferno, parece ser um parente do Krave, por ter a mesma capa translúcida. O único aparelho que não é sensível ao toque tem o nome Rush 2 e parece ter um teclado QWERTY escondido em um slide e um cursor direcional.
Inferno:
